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Brasil vence Tunísia em estreia no pré-olímpico de basquete masculino

O Brasil não teve dificuldades para superar a Tunísia nesta terça-feira (29), na estreia do pré-olímpico de basquete masculino, que é disputado em Split (Croácia). A seleção dirigida por Alexsandar Petrovic venceu por 83 a 57 e deu passo importante para chegar à semifinal do torneio. Apenas o campeão se classifica à Olimpíada de Tóquio (Japão).

O armador Vitor Benite, com 15 pontos, foi o cestinha da partida. O pivô Anderson Varejão, além de anotar nove pontos, destacou-se nos rebotes: foram oito, sendo seis defensivos. O armador Yago Matheus, por sua vez, foi o garçom brasileiro, com oito assistências.

A seleção brasileira largou na frente com a uma bola de dois pontos do pivô Lucas Mariano. Após um equilibrado primeiro quarto, com 21 pontos para cada lado, o Brasil ficou atrás pela primeira – e única – vez graças a uma cesta de três do ala-pivô tunisiano Mohamed Hadidane, no início do segundo período. A partir daí, os comandados de Petrovic tomaram conta da partida, liderados por Yago, indo para o intervalo com 43 a 31 no placar. No terceiro quarto, o domínio se manteve e a diferença foi para 18 pontos, chegando a 26 nos dez minutos finais.

Nesta quarta-feira (30), às 15h (horário de Brasília), o Brasil encerra a participação no Grupo B diante da anfitriã Croácia. Os dois primeiros da chave se classificam às semifinais e encaram os times oriundos do Grupo A, que tem Alemanha, México e Rússia.

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Coluna – Os Campeonatos Estaduais estão “subindo no telhado”

Se a gente não levar em conta os meses de janeiro e dezembro, 2021 tem 43 fins de semana (sábados e domingos) e 43 meios de semana (de terça a quinta-feiras). Já o calendário do futebol brasileiro, considerando as competições nacionais e continentais, precisa de 38 fins de semana (jogos das Séries A a D) e 36 meios de semana (17 para a Copa do Brasil e 19 para a Libertadores/Sul-Americana). Feitas as contas, restam cinco fins de semana e sete meios de semana, que podem ser utilizados para datas Fifa, por exemplo.

A conta, bem básica, foi feita sem esforço, e é evidente que existem outros fatores que interferem nessa matemática. Como, por exemplo, a Copa do Nordeste, a Copa Verde e, claro, os Estaduais. Que, ao pensarmos bem, e pelo passado recente, é o item mais frágil nessa estrutura.

Longe de mim dizer que os estaduais não são importantes. Pelo contrário: são eles que formam as rivalidades e que mantêm vivos dezenas de clubes Brasil a fora. Não fossem esses campeonatos, milhares de profissionais do futebol estariam desempregados. Mas como manter essas competições sem o interesse do torcedor e o apoio de patrocinadores?

Notícias dão conta de que o movimento dos 40 clubes das séries A e B tem se fortalecido e que já há empresas interessadas em investirem bilhões (isso mesmo, bilhões) no novo campeonato que virá. Sem a interferência da CBF, nem das Federações. Uma nova Copa União, se pudermos lembrar do movimento do Clube dos 13 de 1987, que nem sequer chegou a indicar um campeão, visto que a Justiça Comum impede de reconhecer o Flamengo como tal.

A questão primordial é que caberá à CBF e às Federações darem o aval ao novo campeonato, organizado pelos clubes e a nova liga. Enquanto a CBF tem assegurados contratos publicitários e receitas com a promoção da Seleção, as federações têm nos contratos com as TVs boa parte de seu faturamento anual. Será que vão aceitar alguma mudança? Mais ainda diante da atual proposta, de que os Estaduais sejam disputados por equipes de base e/ou sub-23?

Não há dúvidas de que vai “sobrar” pras federações. A iniciativa dos clubes sinaliza que os estaduais vão minguar e perder espaço diante de campeonatos mais rentáveis e interessantes. O G4 da Série A do Brasileirão comprova que investir bem dá resultado – exemplos claros com Bragantino e Athletico-PR. A rivalidade regional já não é a que mais chama a atenção – e aí estão os jogos entre Flamengo e Palmeiras, para exemplificar essa mudança de visão. E ser “grande”, baseado na tradição e história, já não é garantia de coisa alguma. Basta dar uma olhadinha na Série B para ver quantos campeões do passado andam por lá.

Só peço uma coisa: que esse movimento futurista não venha com práticas antigas e ultrapassadas – e vergonhosas – de viradas de mesa para garantir a uns o que de direito, nos tempos atuais, pertence a outros.

Sergio du Bocage é apresentador do programa No Mundo da Bola, da TV Brasil

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Bragantino aposta em dedicação e pés no chão para seguir na liderança

Líder do Campeonato Brasileiro com 17 pontos em sete jogos. Invicto, com cinco vitórias e dois empates. Qual é o segredo do Bragantino neste início de Série A? Depois de vencer o Atlético-GO nesta segunda-feira (28), o técnico Maurício Barbieri concedeu entrevista coletiva e falou sobre, pelo menos, três aspectos que ajudam a explicar o sucesso do Massa Bruta.

Primeiro: time organizado e com a dedicação de todos os jogadores.

“Sem dúvida é uma marca importante, é algo que a gente tem discutido bastante essa capacidade de solidariedade da equipe, de todos ajudarem na marcação, de todos iniciarem as construções de ataque, da equipe ser coesa. Eu acho que isso, sem dúvida nenhuma, tem nos levado a ter os bons resultados dos últimos jogos”.

Outro aspecto importante é o tempo de casa. Maurício Barbieri é o segundo técnico mais longevo da Série A, atrás apenas de Guto Ferreira, treinador do Ceará. O comandante do Massa Bruta foi contratado em setembro de 2020. Barbieri ressaltou a importância da manutenção dos treinadores no futebol brasileiro.

“Eu acho que, no meu caso em particular, é um absurdo um treinador que não tenha nem um ano de clube seja o segundo mais longevo na competição. Isso demonstra uma série de incoerências, inconsistências, falta de planejamento e convicção que a gente tem enfrentado e isso é extremamente ruim. Em primeiro lugar, para os treinadores brasileiros, que são extremamente competentes e não têm tido a confiança e o respaldo necessários para desenvolver os seus trabalhos. Em segundo plano, para o próprio futebol brasileiro, porque isso implica em uma queda de qualidade do jogo. Não acho que, no meu caso, seja uma marca para se comemorar. Claro que estou feliz de ter esse tempo de casa, mas eu acho que ser o segundo mais longevo com menos de um ano é uma marca preocupante”.

Mesmo com uma campanha praticamente perfeita até aqui, Maurício Barbieri lembrou de algo que falta a muitas equipes que deslancham e acabam se perdendo no meio do campeonato: motivação, mas com os pés no chão.

“Eu acho que a motivação é total. A gente está no lugar que todas as equipes gostariam de estar. Ainda é muito cedo, o campeonato está no começo e eu acho que a campanha que a gente realizou na temporada passada demonstra isso, tem muita água para passar debaixo da ponte ainda. Sem dúvida nenhuma, começar dessa maneira é importante, nos dá, além de confiança, os pontos que a gente precisa. Nos dá gordura, porque pode acontecer um momento de oscilação e a gente pode passar por uma eventual turbulência da melhor maneira. A gente segue mantendo os pés no chão, com muita humildade e trabalhando bastante para fazer com que essa sequência se repita pelo maior tempo possível”.

O Bragantino venceu as quatro partidas que disputou fora de casa na Série A e abriu quatro pontos de vantagem sobre o Athletico-PR, segundo colocado e com um jogo a menos. Na próxima rodada, o Massa Bruta recebe o Ceará, quinta-feira (01/07), às 16h, no Nabi Abi Chedid.

Ouça na Rádio Nacional

 

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Fernandinho renova contrato com Manchester City por mais um ano

O capitão do Manchester City, Fernandinho, renovou seu contrato com o clube por mais um ano, o que o manterá no time até 2022, informou o campeão da Premier League nesta terça-feira (29).

Fernandinho, de 36 anos, jogou 350 partidas em todas as competições pelo City desde que saiu do Shakhtar Donetsk, em 2013, e ajudou o clube a conquistar quatro troféus da Premier League e seis da Copa da Liga Inglesa.

“Na minha cabeça e no meu pensamento, o trabalho ainda não acabou”, disse Fernandinho, que também venceu a Copa América jogando pelo Brasil em 2019. “Foi por isso que decidi ficar mais um ano aqui e tentar ajudar a equipe e o clube a alcançar os objetivos que eles procuram”. “Se eu puder continuar fazendo o mesmo, conduzindo-os dentro e fora de campo, para ajudá-los a aprimorar e melhorar e ter um melhor desempenho durante os jogos, eu serei a pessoa mais feliz lá.”

O Manchester City começará sua disputa para manter o título da Premier League em 15 de agosto, fora de casa contra o Tottenham Hotspur.

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Covid-19: Tóquio retira parte do revezamento da tocha de vias públicas

Tóquio decidiu tirar a primeira parte do revezamento da tocha olímpica da capital das vias públicas, informou o governo metropolitano nesta terça-feira (29), já que a quantidade de infecções do novo coronavírus (covid-19) dá sinais de estar disparando novamente.

O revezamento da tocha deve chegar à capital no dia 9 de julho, passando principalmente pelos subúrbios e ilhas mais distantes, antes de atravessar o centro da cidade de 17 de julho até a cerimônia de abertura dos Jogos em 23 de julho.

Durante os primeiros oito dias até 18 de julho, as cerimônias de acendimento da tocha ocorrerão sem espectadores, e o revezamento não será realizado em vias públicas, disse o governo metropolitano – mas os revezamentos nas ilhas acontecerão em vias públicas.

O governo de Tóquio decidirá em breve como realizar o revezamento da tocha na segunda metade da etapa da capital, enquanto acompanha cuidadosamente a situação do coronavírus.

O Japão não sofreu os surtos de vírus explosivos vistos em outras partes, mas só recentemente emergiu de uma quarta onda de infecções.

Um declínio no ritmo de surgimento de casos novos e uma aceleração na vacinação levaram as autoridades a amenizar um estado de emergência em Tóquio e outros oito municípios em 20 de junho.

Mas com a aproximação da Olimpíada, especialistas temem um novo aumento de casos em Tóquio e a disseminação de variantes mais altamente transmissíveis. Os Jogos também enfrentam a resistência de uma parcela substancial do público.

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Imparável do rugby brasileiro ganha nova chance olímpica em Tóquio

Há cinco anos, uma canelite tibial adiou a estreia olímpica de Bianca Silva às vésperas dos Jogos do Rio de Janeiro. Reagir àquele baque não foi fácil para a jovem de então 18 anos, já uma promessa da seleção brasileira feminina de rugby.

“Foi uma questão de pressão, psicológica mesmo. Ter pouca idade, enfrentar coisas para as quais não estava preparada, ter uma vida profissional [no esporte] e ver isso como algo real. Impactou forte, não aguentei, desisti, parei de jogar depois da Olimpíada. Fui correr atrás de emprego. Minha irmã trabalhava em um restaurante de shopping, fiz um currículo e enviei”, recorda Bianca à Agência Brasil.

O emprego no restaurante estava encaminhado, mas ela sequer chegou a iniciá-lo. Bianca resolveu dar nova chance à modalidade pela qual se apaixonou em 2011, no projeto Rugby Para Todos, na comunidade de Paraisópolis, zona sul da capital paulista. Após a frustração antes da Rio 2016, a jovem é uma das Yaras (como são conhecidas as jogadoras da seleção feminina) chamadas para a Olimpíada de Tóquio (Japão), na última segunda-feira (28).

“Estava decidida que não voltaria, de tão chateada que fiquei [pela ausência em 2016]. Aí, recebi o convite para voltar. Primeiro, disse não. Depois, sentei e pensei: o que quero realmente? Meu coração ainda arde para jogar. Percebi que merecia viver aquilo. E voltei. Foi uma injeção de força. Daqui, não saio mais”, diz a paulista de 23 anos.

Não demorou para Bianca se firmar novamente na seleção. Em 2018, tornou-se a brasileira com mais tries (quando o atleta cruza a linha final do campo com a bola e a coloca no chão, vale cinco pontos) em uma Copa do Mundo de rugby: foram cinco logo na sua estreia na competição. No mesmo ano, foi eleita a melhor atleta da modalidade no país no Prêmio Brasil Olímpico.

Em 2019, a paulista liderou a estatística de tries das Yaras (cinco) na conquista do Hong Kong Sevens, feito que recolocou a seleção na elite do circuito mundial feminino. Fez parte, também, do escrete campeão sul-americano, que garantiu a vaga brasileira em Tóquio.

“Foram dois anos muito especiais, com muita coisa extracampo que agregou experiência para conseguir trazer inspiração, de sair de algo ruim, ir para cima e ser destaque”, conta a jovem.

Inspiração que ela própria se tornou em Paraisópolis e no projeto onde foi revelada, que atende cerca de 200 jovens carentes de 6 a 18 anos. A segunda maior favela da capital, onde vivem mais de cem mil pessoas, fica na Vila Andrade, terceiro distrito paulistano com maior ocupação por favelas (34,7%) segundo o Mapa da Desigualdade de 2020, da organização não-governamental (ONG) Rede Nossa São Paulo.

“É muito legal [o reconhecimento], principalmente dos menores, por chegar aqui independente da dificuldade, de onde cresceu, superar a expectativa que tem, de que se você mora na comunidade, ficará lá para sempre e vira marginal. [Cria o sentimento de] querer chegar na seleção ou ao máximo de qualquer coisa que se sonhe. Eu me vejo nesse papel, das pessoas olharem para mim, dizerem ‘olha onde ela está’, servir de inspiração. As pessoas verem que é possível, independente do que falam, progredindo e buscando o melhor”, destaca Bianca, que atua pelo Leoas de Paraisópolis.

A brasileira também se tornou referência junto à World Rugby, a confederação internacional da modalidade. Em 2019, ela foi uma das escolhidas da entidade para ilustrar a campanha Unstoppables (imparáveis, em inglês), para impulsionar o esporte feminino. Nome bastante pertinente, considerando a característica mais marcante de Bianca, a velocidade.

A paulista conseguiu alcançar 32 quilômetros por hora em uma arrancada de jogo. Não é pouco. Segundo relatório técnico da Federação Internacional de Futebol (Fifa) sobre a Copa do Mundo Feminina de 2015, no Canadá, a lateral norte-americana Alex Krieger, jogadora mais rápida daquela competição, foi só pouco além, 34,7 km/h.

“Sempre fui muito rápida. Corria muito na rua, talvez isso tenha me ensinado muito. Só que a minha técnica de corrida foi trabalhada. Eu tinha uma técnica não tão boa, corria sentadinha, abaixadinha. Fiz alguns [exercícios] coordenativos de postura, ajuda com braço e perna. Se você reparar, meu joelho não fica mais flexionado”, descreve Bianca.

“A velocidade do Brasil é uma fortaleza, então elas [adversárias] tentam nos inibir. A marcação fica em cima. Não só eu, mas as meninas da mesma posição discutimos formas de elas não ficarem tão em cima. Se deixarem correr, já era [risos]”, completa.

As partidas do rugby feminino em Tóquio serão disputadas entre os dias 29 e 31 de julho. O Brasil está no Grupo B, ao lado de Canadá (bronze na Rio 2016), França e Fiji. Também estão classificados Japão (anfitrião), Nova Zelândia (atual campeã mundial), Austrália (última campeã olímpica), Estados Unidos, Reino Unido, Quênia, China e Rússia (que competirá com a sigla do Comitê Olímpico Russo, devido à punição que o país europeu recebeu por casos de doping).

Em abril, as Yaras tiveram pela frente alguns dos rivais olímpicos em dois torneios realizados em Dubai (Emirados Árabes Unidos). Foram duas vitórias sobre japonesas e quenianas e uma diante do time B francês, e derrotas para norte-americanas, França A e Canadá (duas para cada).

“Foram jogos divertidos demais. Recebemos mensagens de que estava legal de ver nossas partidas. Nossa expectativa [para Tóquio] é levar algo diferente. A equipe se divertir em campo e ganhar assim. Queremos mostrar o que é ser uma Yara e o que é o rugby brasileiro. Apresentar nosso melhor lado e versão. Fazer com que as pessoas se divirtam nos vendo jogar”, conclui Bianca.

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Copa América: Cavani garante vitória do Uruguai sobre Paraguai

O Uruguai derrotou o Paraguai por 1 a 0, no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, na noite desta segunda-feira (28), em partida válida pela 5ª rodada do Grupo A da Copa América. O resultado tirou a equipe Celeste do caminho do Brasil nas quartas de final.

Assim, a equipe do técnico Tite terá pela frente o Chile, no mata-mata na próxima sexta-feira (2) no estádio Nilton Santos.

O triunfo do Uruguai foi garantido graças a um gol em cobrança de pênalti de Cavani. O atacante do Manchester United bateu forte para deslocar o goleiro Antony Silva aos 20 minutos do primeiro tempo. Com o resultado, os uruguaios fecharam a primeira fase da competição na vice-liderança da chave, com sete pontos em quatro jogos. O Paraguai finalizou a primeira etapa do torneio em 3º com seis pontos. Nas quartas, a Celeste mede forças com a Colômbia, no sábado (3) no Mané Garrincha, em Brasília, enquanto o Peru enfrenta o Paraguai na sexta-feira (2) no estádio Olímpico, em Goiânia.

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Com show de Messi, Argentina goleia Bolívia por 4 a 1

O craque argentino Lionel Messi brilhou nesta segunda-feira (28) e ajudou a Argentina a golear a Bolívia por 4 a 1, na Arena Pantanal, em Cuiabá, na noite desta segunda-feira (28), em jogo válido pela 5ª rodada do Grupo A da Copa América.

O camisa 10 do Barcelona foi o artilheiro da noite com dois gols. O primeiro deles saiu aos 30 minutos do primeiro tempo em cobrança de pênalti sofrido por Papu Gómez. O segundo veio aos 41, quando Agüero tocou para o craque argentino dar um toque sutil por cima do goleiro Lampe.

Os outros gols argentinos foram de Papu Gómez, logo aos cinco minutos de bola rolando, e de Lautaro Martínez, aos 19 da segunda etapa, aproveitando rebote de finalização de Montiel. Já a Bolívia descontou com o lateral Saavedra aos 14 minutos da etapa final.

O resultado confirmou a liderança da Argentina com 10 pontos em quatro jogos. O próximo adversário da equipe de Messi será o Equador, no estádio Olímpico no próximo sábado (3). O chaveamento prevê um confronto da Argentina com o Brasil apenas em uma eventual final da Copa América. Já a seleção boliviana finalizou o torneio na lanterna do Grupo A, com quatro derrotas em quatro jogos, o que a eliminou.

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Brasileiro: Bragantino vence Atlético-GO e abre vantagem na liderança

O Bragantino derrotou o Atlético-GO por 1 a 0, no estádio Antônio Accioly, em Goiânia, pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2021 na noite desta segunda-feira (28). A vitória veio com um gol do lateral-direito Weverton aos 36 minutos da segunda etapa final.

O lance do gol começou em um contra-ataque rápido puxado pelo Helinho, que tocou para Weverton. O atleta entrou na área e fuzilou o goleiro Fernando Miguel. Com esse resultado, o Massa Bruta chegou aos 17 pontos, somando a quarta vitória em quatro jogos fora de casa e se mantendo como o único invicto da competição.

Agora, o time treinando por Maurício Barbieri já tem quatro pontos de vantagem para Athletico-PR e Palmeiras, que são os perseguidores mais próximos. Já o Dragão estacionou nos 10 pontos na 7ª posição. Essa foi a primeira derrota do time goiano jogando dentro de casa na temporada.

O detalhe é que o time do técnico Eduardo Barroca tem a melhor defesa do Brasileiro, com apenas três gols sofridos. Mas, por outro lado, marcou apenas cinco vezes em seis jogos.

Na próxima rodada, o Bragantino recebe o Ceará na quinta-feira (1). Já o Atlético-GO busca a recuperação contra o Atlético-MG no Mineirão.

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Série B: Vila Nova surpreende Operário e vence no Paraná

O Vila Nova derrotou o Operário-PR por 2 a 1 no estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa, na noite desta segunda-feira (28). O resultado da partida, que abriu a 8ª rodada da Série B, tirou o Tigre da zona de rebaixamento. Agora, o Colorado ocupa a 10ª posição com nove pontos. Já o Operário perdeu uma invencibilidade de 18 jogos atuando dentro de casa e desperdiçou uma chance de se aproximar dos líderes do torneio. Após o jogo, o Fantasma segue em 5º com 12 pontos.

A primeira bola na rede saiu logo no início da partida. Aos cinco minutos, Arthur Rezende dominou de fora da área e soltou um chute forte. A bola quicou na frente do goleiro Thiago Braga, que não conseguiu evitar que ela morresse dentro do gol. Após pressionar muito em busca do empate, o Fantasma conseguiu o gol aos 41 minutos do primeiro tempo. Alex Silva, um dos destaques do jogo, foi no fundo e cruzou na cabeça de Ricardo Bueno.

Mas, na etapa final, o Operário não teve forças para virar o placar. Exagerou demais nas bolas alçadas na área e perdeu algumas boas oportunidades. Até que, aos 35 minutos, sofreu o segundo gol do Vila Nova. Em um rápido contra-ataque o Colorado definiu o placar com Alesson. Cara a cara com o goleiro, ele teve frieza para marcar.

Na próxima rodada, o Operário busca a recuperação justamente contra o líder do campeonato, Náutico, fora de casa na sexta-feira (2). O Vila Nova recebe a Ponte Preta no sábado (3) para tentar se manter em ascensão na competição.