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Saquarema recebe fase final da Superliga de Vôlei

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e os clubes que ainda estão na disputa da Superliga de vôlei masculina e feminina decidiram, em reunião virtual nesta sexta-feira (19), disputar o restante das competições, a partir das semifinais, no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ). A CBV já havia indicado o CDV antes do início das quartas de final. Mas, naquela ocasião, os clubes não concordaram.

Segundo a decisão tomada nesta sexta, primeiro entram em quadra as equipes femininas. A semifinal neste naipe será realizada nos dias 26, 28 e 30 de março. Na sequência, os times eliminados saem do CDV e os finalistas avançam à decisão, nos dias 2, 4 e, se necessário, 6 de abril.

Após a definição da Superliga de vôlei feminina, começa a semifinal masculina. Essa fase está agendada para o período entre 7 e 12 de abril. O título será definido nos dias 14 e 16 de abril e, se preciso, ocorrerá o terceiro duelo no dia 18.

No CDV a CBV realizará um controle maior, impondo um o protocolo médico mais rígido. “Sem dúvida que em um único local, e nós temos essa possibilidade através do CDV, tudo fica mais controlado e nós sentimos uma segurança maior em realizar essa reta final. Contamos com a colaboração dos clubes e vamos fazer tudo dentro do protocolo necessário para concluir a competição da melhor maneira possível”, disse o superintendente da CBV, Renato D’Avila.

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Remo: Confederação suspende Troféu Brasil e Nacional de Barcos Curtos

Nesta sexta-feira (19), a Confederação Brasileira de Remo (Remo Brasil) comunicou, através de uma nota publicada no site oficial da entidade, a suspensão do Troféu Brasil de Barcos Curtos e do Campeonato Brasileiro de Remo Barcos Curtos de 2021. A decisão da entidade que administra a modalidade no Brasil foi tomada por causa do agravamento da pandemia do coronavírus (covid-19) em todo o território nacional. As competições ainda não tinham data e sede definidas. Mas, segundo a assessoria da Confederação, ocorreriam ainda no primeiro semestre e até o momento não têm uma nova previsão.

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Após internação por covid-19, ex-lateral Branco tem piora e é intubado

Campeão mundial pela seleção brasileira de futebol em 1994, o ex-lateral Branco precisou ser intubado na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Copa Star, na zona sul do Rio de Janeiro, após piora da covid-19, na noite de ontem (18). Segundo o último boletim médico, divulgado nesta sexta-feira (19), o ex-jogador, atualmente com 56 anos, teve “piora clínica” na última quinta-feira (18) e necessitou “de ventilação mecânica por aparelhos”. Branco deu entrada no hospital na noite da última quarta (17).

Ainda conforme o boletim, o ex-atleta e atual coordenador das seleções masculinas de base na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está “sob monitoração contínua, sedado” e o quadro “está evoluindo de maneira estável nas últimas 24h”, sem previsão “de quando vai poder respirar por meios próprios”. .

No início de março, Branco integrou o grupo da seleção sub-18 que realizou uma etapa de preparação no centro de treinamento do clube pernambucano Retrô, em Recife, finalizada há duas semanas. No retorno, alguns membros da delegação testaram positivo para a covid-19 – entre eles, o ex-lateral.

Além da Copa de 1994, entrou para a história do futebol nacional ao selar a vitória do país sobre a Holanda, por 3 a 2, com um gol de falta, coloando o escrete canarinho nas semifinais. Branco também defendeu o Brasil nas edições de 1986 e 1990. No país, destacou-se atuando por Internacional e Fluminense, passando também em Grêmio, Corinthians e Flamengo. Na Europa, foi jogador de Brescia, Genoa (ambos Itália) e Porto (Portugal) O ex-lateral se despediu dos gramados em 1998, pelo Tricolor carioca.

Confira o boletim médico:

“O paciente Claudio Ibraim Vaz Leal, 56 anos, também conhecido como Branco, foi internado no Hospital Copa Star em 16 de março com quadro grave de acometimento pulmonar por Covid 19. Recebeu toda assistência intensiva de suporte respiratório-fisioterápico e medicamentosa, evoluindo ontem com piora clínica, necessitando de ventilação mecânica por aparelhos. No momento, encontra-se em leito de terapia intensiva, sob monitorização contínua, sedado e respirando por aparelhos. O quadro está evoluindo de maneira estável nas últimas 24h e ainda não há previsão de quando vai poder respirar por meios próprios.

Dr. João Pantoja – Médico Assistente e Diretor Geral do Copa Star

Dr. Bruno Celoria – Diretor Técnico do Copa Star”

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Mountain Bike: restrições relativas à covid-19 retiram Brasil do Pan

A cidade de Salinas, em Porto Rico, vai receber, entre os dias 24 e 28 de março, o Campeonato Pan-Americano de ciclismo mountain bike. E a delegação brasileira não estará presente. De acordo com o comunicado oficial, publicado no site da Confederação nacional da modalidade (CBC), o governo local condicionou a entrada de brasileiros no país ao cumprimento de uma quarentena em consequência do agravamento da situação da pandemia do coronavírus (covid-19) no Brasil e em todo mundo.

Segundo a assessoria da CBC, em contato com a Agência Brasil, existia risco da delegação nacional enfrentar problemas naquele país durante a competição e no momento de retorno ao Brasil. Dessa forma, estudando os riscos e as exigências das autoridades caribenhas, a CBC e os atletas decidiram que não seria viável a participação.

O principal da destaque da equipe verde e amarela seria o líder do ranking mundial, Henrique Avancini. O atleta utilizou o perfil oficial do instagram para lamentar a impossibilidade de participar do evento. “Ainda lidero o ranking mundial, mas admito que é realmente amargo não poder defender a posição. Acho que está na hora de fazer mais um Solo Camp”, disse o ciclista. Além dele, participariam do time nacional Luiz Cocuzzi, Guilherme Gotardelo Müller, Gustavo Xavier, Alex Malacarne, Raiza Goulão, Marcela Lima e Giuliana Morgen.

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Duplas de Soares e Demoliner se despedem de Acapulco nas quartas

Os brasileiros Bruno Soares e Marcelo Demoliner deram adeus ao ATP 500 de Acapulco (México) após disputa acirrada na fase de quartas de final de duplas, na noite de ontem (18). Soares e o britânico Jamie Murray foram superados pelos irmãos Ken e Neal Skupski por 2 sets a 1, mesmo placar da derrota da parceria do gaúcho Demoliner com o mexicano Santago Gonzalez para os finalistas do Aberto da Austrália, o norte americano Rajeev Ram e Joe Salisbury, do Reino Unido.

Primeiros a entrar em quadra, Soares e Murray tiveram dificuldades diante da dupla britânica, e acabaram perdendo a parcial por 6/3. Passado o susto inicial, a dupla do brasileiro se recuperou e devolveu o 6/3 no segundo set. Na terceira e última parcial, Soares e Murray oscilaram. A reação veio quando eles perdiam por 6-9: conseguiram salvou três mach-points, mas na sequência desperdiçaram a chance de fechar logo o jogo. Os britânicos não perdoaram, e levaram o set por 12/10.

A outra partida, já na madrugada desta sexta (19), também foi difícil para Demoliner e Gonzalez. A dupla do gaúcho começou bem, dominando a quadra no primeiro set,, com vitória de  6/4. Mas na parcial seguinte, Rajeev e Salisbury retomaram o controle, ganhando por 3/6. Na definição no match-tiebreak, a dupla adversária se manteve na frente, derrotando a parceira Brasil-México por 10-7.

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Com retorno de estrelas, Flamengo enfrenta Resende no Carioca

O Flamengo recebe o Resende, nesta sexta-feira (19) a partir das 21h (horário de Brasília) no estádio do Maracanã. A partida abre a 4ª rodada no Campeonato Carioca. Vindo de uma derrota no clássico contra o Fluminense por 1 a 0, o Rubro-Negro é o 3º colocado da Taça Guanabara, com seis pontos em três jogos. Enquanto isso, o Gigante do Vale, que vem de um empate em 0 a 0 com o Madureira, é o 7º, com quatro. A Rádio Nacional transmite o confronto ao vivo.

A expectativa da torcida é que o técnico Rogério Ceni coloque em campo uma equipe mais fortalecida, com jogadores que tiveram participação na conquista do título do Brasileiro no final de fevereiro. Atletas como Pedro, Vitinho, Léo Pereira, Renê e Hugo Souza estão entre os relacionados. Também existe a possibilidade de o zagueiro Bruno Viana, contratado por empréstimo junto ao Braga (Portugal), fazer a estreia com a camisa do Flamengo.

Desta forma, a equipe que deve ir a campo é: Hugo Souza; Matheuzinho, Bruno Viana, Léo Pereira e Renê; Hugo Moura, Gomes e Pepê; Michael, Vitinho e Pedro.

Por outro lado, o Resende, do técnico Sandro Sargentim, deve ir a campo com a seguinte formação: Fraga; Thiago Ryan, Grasson, Marcão e Jeanderson; Guioto, Derli, Jean Deretti e Matheus Bastos; Nunes e Jefinho.

Transmissão da Rádio Nacional

A Rádio Nacional transmite Flamengo e Resende, ao vivo, com narração de André Luiz Mendes, comentários de Waldir Luiz e plantão de Bruno Mendes. Você acompanha o Show de Bola Nacional, que inicia às 20h30, aqui:

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Marquinhos: “Não estou velho. Mas Brasil precisa de renovação”

O ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro, recebe nesta sexta (19) e sábado (20) o Fim de Semana das Estrelas do NBB, evento que reúne os principais nomes da liga. Um deles é Marquinhos, ala do Flamengo, três vezes vencedor do prêmio de jogador mais valioso (MVP) do campeonato mais importante do basquete nacional, que ele venceu em cinco oportunidades. Nesta semana, Marquinhos conversou com o programa Stadium, da TV Brasil. Na entrevista, o jogador falou sobre diversos temas, inclusive o futuro da seleção brasileira. Para ele, a necessidade de renovação bate à porta.

Marquinhos teve o novo coronavírus (covid-19) no fim de 2020, mas defendeu os protocolos adotados pela LNB, liga que administra o NBB, que tem concentrado as partidas em um número restrito de sedes. Também falou sobre as expectativas com o Flamengo, atual líder da competição, além de estar invicto na Champions League Américas, o torneio continental da América do Sul. O jogador ainda tem planos de defender a seleção brasileira, pelo menos até a possível disputa dos Jogos de Tóquio. Para isso, o Brasil precisa vencer o Pré-Olímpico que acontece entre o fim de junho e o começo de julho em Split (Croácia).

No presente, ele pretende sair vencedor no Jogo das Estrelas, no próximo sábado (20). O evento terá um formato diferente: serão quatro equipes, cada uma com um capitão. Marquinhos é o líder de uma delas, formada apenas por atletas brasileiros. Alex, do Bauru, é o capitão de outro time, também apenas com jogadores conterrâneos. O americano Shamell, do São Paulo, é o capitão do Time Mundo, enquanto seu companheiro de equipe Georginho lidera a equipe Novas Estrelas, apenas com jovens de menos de 25 anos de idade. Os dois primeiros combinados se enfrentam no primeiro quarto da partida. No segundo quarto, se enfrentam os dois seguintes. Os perdedores disputam o terceiro lugar no terceiro quarto e os vencedores entram em quadra para o quarto final, valendo a vitória e a chance de destinar 70% dos valores arrecadados para uma instituição escolhida pelo capitão do time campeão. As instituições são: Creche Maria Ribeiro, em Bauru (SP), do Time Brabo (Alex), Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, no Rio de Janeiro (RJ), do Time Marquinhos, Hospital Infantil Darcy Vargas, em São Paulo (SP), do Time Shamell, e Hospital Santa Marcelina, em São Paulo (SP), do Time Georginho.

Marquinhos, flamengo, basqueteMarquinhos, flamengo, basquete

Marquinhos participará do Fim de Semana das Estrelas do NBB – João Pires/LNB/Direitos Reservados.

Stadium: Qual a importância de haver essa contribuição humanitária no Jogo das Estrelas?
Marquinhos: Estou feliz de participar do evento e, através dele, poder ajudar outras pessoas necessitadas, que é o nosso objetivo. É um jogo com caráter bem legal de poder contribuir para ajudar essas pessoas que estão hospitalizadas e não têm recursos. Durante o jogo, vamos tentar fazer uma grande partida para quem estiver assistindo e assim poder levar um pouco de felicidade nesse momento tão difícil.

Stadium: Você acredita que o novo formato dará mais emoção à partida principal?
Marquinhos: Assim ficou mais competitivo do que nos anos anteriores. Claro que, antes, podíamos dar mais show, com muitas bolas de três. Por outro lado, agora teremos a possibilidade de, mesmo jogando no máximo dois quartos, termos um objetivo. Pensamos em vencer a partida para poder ter a chance de disputar o último quarto e, assim, levar a vitória para a instituição que estamos representando. Assim, dá para manter a competitividade que estamos acostumados a ver no basquete.

Stadium: Como tem visto a temporada 2020/2021, tanto do clube quanto na sua performance individual?
Marquinhos: Acredito que estamos conseguindo administrar bem no NBB. Faltaram alguns jogadores em algumas partidas, ou por lesão, ou por covid, como foi meu caso. Tive uma primeira parte do campeonato muito abaixo do que podia render, mas, a partir do momento que começou o segundo turno e ganhamos o Super 8, cresci de produção. Desde então, venho fazendo uma segunda parte muito boa, liderando o time, colocando os companheiros em condições de converter arremessos. Defensivamente, melhorei bastante também. Vejo o Flamengo num momento muito bom.

Stadium: Aos 36 anos, vencedor de vários títulos e também premiações individuais na carreira, como você trabalha para se motivar?
Marquinhos: Quando isso não estiver mais motivando e não houver mais aquela vontade de levantar todo dia querendo treinar e melhorar, o atleta tem que buscar outro caminho. Parar, fazer outra coisa na vida. No meu caso, a motivação é diária. Temos um time competitivo e isso me motiva. Ainda não tenho um dos troféus que estamos disputando, o da Champions League, então venho treinando forte para levantar esse caneco. Sei a sensação que dá quando conseguimos ganhar um campeonato como esse e assim disputar o Mundial Interclubes.

Stadium: Essa motivação também inclui planos com a seleção?
Marquinhos: Sim, inclusive essa semana tive um bate-papo legal com o [Aleksandar] Petrovic [técnico croata da seleção brasileira masculina de basquete]. Ele perguntou qual seria meu interesse. Disse que sempre vou deixar as portas da seleção abertas. É claro que, como já estou numa idade um pouco avançada para a seleção brasileira, acho que tem que ter uma renovação. Petrovic me disse que conta comigo ainda, e que posso ajudar bastante. Não sei qual seria a minha função. Titular, vindo do banco, capitão, mas minha ideia é ajudar o time. O Brasil precisa vencer esse Pré-Olímpico para poder se classificar para a Olimpíada de Tóquio. Se conseguirmos, terei a oportunidade de jogar, talvez, a minha última Olimpíada.

Stadium: Você falou em idade avançada. Consegue se ver fazendo isso por quanto tempo ainda?
Marquinhos: Acho que o nível mundial é muito forte. Há grandes jogadores. Nesse sentido, precisa haver uma renovação. Por isso que falo que pode ser minha última Olimpíada, porque o Brasil precisa de novos jogadores. Georginho, Lucas Mariano, Lucas Dias. Precisa disso para estar sempre crescendo. Não me sinto muito velho, mas acho que, quando o assunto é essa lacuna seleção, cada um tem seu limite. Desejo passar mais tempo com minha família. Muita gente não sabe, mas o período de servir à seleção costuma bater com as férias do clube. Então, se você vai defender o Brasil você não tem férias do clube. Venho de inúmeras temporadas deixando de viajar com as minhas filhas, ter um tempo com a minha esposa, sabe? Está na hora de chegar e pensar um pouco menos nesse lado seleção e mais no lado Marquinhos, e essa renovação vai ser natural. Se falarem, ah, ele está velho. Não, não estou velho. Só me sinto na posição de deixar esse espaço aberto para outros jogadores.

Stadium: Após contrair covid-19, como você avalia as medidas tomadas para a realização da temporada do NBB, com jogos nas chamadas bolhas?
Marquinhos: Essa é uma questão muito particular e que envolve muito debate. Debato aqui em casa com minha esposa, no clube com meus amigos. No basquete nacional, muitos jogadores sustentam famílias inteiras. Acho que, dentro dessa realidade, o NBB fez um sistema o mais seguro possível. Alguns contraíram o vírus, como foi meu caso e de outros. Mas me sinto seguro sim. Na maioria das vezes, vamos para um hotel, ficamos lá e não saímos para nada. É do hotel para o jogo e do jogo para o hotel. No máximo, tem o retorno para casa. Voltamos muitas vezes em viagens de ônibus, e poucas vezes de avião. Então, considerando tudo que pode ser feito, podemos nos sentir seguros para continuar na nossa profissão.

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Carioca quer seguir roteiro vitorioso de brasileiros na F3 Britânica

Ver brasileiros “invadindo” autódromos britânicos e sendo vitoriosos não é novidade. Pilotos do calibre de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna são alguns que tiveram esse gostinho na trajetória que os levou para brilhar no topo da Fórmula 1. Eles foram campeões da Fórmula 3 Britânica, uma das categorias de acesso ao automobilismo europeu e que, por muitos anos, foi a principal porta de entrada ao mais importante campeonato à motor do mundo.

Aos 17 anos, Roberto Faria inicia a segunda temporada dele (a primeira completa) na F3 Britânica entre os dias 22 e 23 de maio. Até o momento, ele é o único brasileiro confirmado na competição, que terá oito etapas e segue até outubro. Ele chegou nesta quinta-feira (18) na Inglaterra, onde iniciará os treinos a partir do próximo dia 28, em Silverstone.

“Mesmo sendo um dos mais novos, quero brigar pelo título. Acredito que a gente tem bastante chance, por ter mais experiência com o carro. No ano passado, fiz metade [da temporada] na Fórmula 4 [Britânica] e metade na F3 e fui melhorando. Fiquei em segundo na última corrida [de 2020, pela F3]”, disse o piloto carioca, da escuderia Fortec Motorsports, em entrevista à Agência Brasil.

Roberto Faria, F3 Britânica, piloto, carro, SilverstoneRoberto Faria, F3 Britânica, piloto, carro, Silverstone

Até o momento, Roberto Faria, é o único brasileiro confirmado na F3 Britânica, que começa entre os dias 23 e 24 de abril – Jakob Ebrey/Direitos reservados

lockdown pelo qual passou a Inglaterra no início do ano, devido à segunda onda da pandemia do novo coronavírus (covid-19), adiou o retorno do piloto carioca, que acabou se aventurando brevemente na Fórmula 3 Asiática, entre janeiro e fevereiro, nos Emirados Árabes Unidos. Foram 15 provas em menos de um mês. “Vários pilotos de alto nível participaram, inclusive alguns da Fórmula 2 [como o chinês Guanyu Zhou, que foi o campeão], como forma de preparação”, disse Farias, que terminou o evento em 18º lugar.

Roberto iniciou no kart em 2014, viajando cerca de 90 quilômetros, sempre que precisava treinar, do Rio de Janeiro até o kartódromo de Guapimirim (RJ). Foram cinco anos competindo no Brasil até se mudar para a Inglaterra e passar a correr na Fórmula 4 Britânica. Na primeira temporada, foi o 11º na classificação geral e o terceiro melhor entre os iniciantes. Na segunda, antes de migrar para a F3, o carioca subiu duas vezes ao pódio e brigou pelas cinco primeiras colocações.

“Em 2019, eram 30 mil pessoas para assistir às corridas da Fórmula 4 todo fim de semana. [O Reino Unido] É o polo do automobilismo mundial, com muitas equipes tradicionais. Eu podia ter continuado no Brasil, no kart ou até mesmo alguma categoria de base, mas a gente colocou na balança e viu que era muita a diferença na qualidade do equipamento, pistas e infraestrutura”, contou o jovem, que vive e estuda em Hastings, a cerca de duas horas de trem de Daventry, onde fica a sede da equipe.

Tradição

A Fórmula 3 Britânica surgiu nos anos 50 e foi disputada regularmente até 2014. A crise financeira vivida pela categoria na década de 2000 e o surgimento da F3 Europeia, que afastou montadoras e pilotos, interromperam o campeonato, que já não ocorreu em 2015. Além de Fittipaldi, Senna e Piquet, outros nove brasileiros foram campeões nesse período: José Carlos Pace, Chico Serra, Maurício Gugelmin, Rubens Barrichello, Gil de Ferran, Mario Haberfeld, Antônio Pizzonia, Nelsinho Piquet e Felipe Nasr. Somente o Reino Unido teve mais títulos.

Em 2016, o Clube Britânico de Pilotos de Corrida (BRDC, sigla em inglês) assumiu a realização do campeonato. O primeiro título da “nova” F3 Britânica foi justamente de um brasileiro: Matheus Leist, que superou, entre outros rivais, o inglês Lando Norris, atualmente na McLaren, na Fórmula 1.

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Brasil soma mais nove medalhas no Sul-Americano de Esportes Aquáticos

O Brasil conquistou mais nove medalhas, nesta quinta-feira (18), no terceiro dia do Campeonato Sul-Americano de Esportes Aquáticos, realizado no Parque Olímpico da Juventude, em Buenos Aires (Argentina).

A equipe brasileira de natação conseguiu sete medalhas na competição, e chegou ao total de 31 (oito ouros, 11 pratas e 12 bronzes). A próxima sexta (19) será o último dia de competições.

Ouros na natação

O grande destaque do dia foi Victor Baganha, que garantiu duas medalhas de ouro, nos 100 metros estilo borboleta e no revezamento 4×100 metros estilo livre, ao lado de Victor Alcará, Guilherme Caribé e Lucas Peixoto.

Em entrevista à Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), o atleta celebrou as conquistas: “Estou muito feliz com a minha participação no campeonato. São minhas primeiras medalhas em Sul-Americano absoluto, então é muito gratificante poder representar o Brasil desta maneira. Não atingi meus melhores tempos, mas tenho a certeza de que dei meu melhor e consegui sair muito satisfeito”.

Além das conquistas de Baganha, o Brasil garantiu, na natação, uma prata com Pedro Guastelli na prova dos 1500 metros estilo livre, uma prata com Luana Oliveira nos 100 metros estilo borboleta, uma prata com Maria Luiza Pessanha nos 200 metros estilo costas, um bronze com Alexia Assunção nos 200 metros estilo costas e um bronze com a equipe feminina do revezamento 4×100 metros estilo livre.

Nado artístico

O dia também foi de conquistas no nado artístico, com a prata de Julia Catharino na rotina livre para o solo e com o segundo lugar de Maria Bruno, Maria Clara Lobo, Vitória Casale, Luísa Rodrigues, Gabriela Regly, Anna Giulia Veloso, Jaddy Mila Portela e Jullia Catharino na rotina livre por equipes. A Colômbia ficou com o ouro e a Argentina com o bronze.

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Bragantino vence Mirassol e se classifica na Copa do Brasil

O Bragantino derrotou o Mirassol por 3 a 2, na noite desta quinta-feira (18) no estádio Kleber Andrade, em Cariacica (Espírito Santo), e avançou para a segunda fase da Copa do Brasil.

Agora, o Massa Bruta enfrenta o Luverdense, que na fase inicial superou o Uberlândia, graças a empate em 1 a 1 fora de casa.

O triunfo do Bragantino começou a ser construído aos 14 minutos, quando Artur recebeu a bola, se livrou de um adversário e chutou colocado para vencer o goleiro Alex Muralha. Mas, aos 21 minutos, o Mirassol conseguiu igualar com o zagueiro Reniê. E, antes do intervalo, o Leão da Alta Araraquarense conseguiu a virada, graças a Moraes.

O Bragantino retornou para a etapa final em busca do gol que garantia a classificação, e o alcançou logo no primeiro minuto, quando Ytalo fez de cabeça após cobrança de falta de Aderlan. Já nos acréscimos da partida, o Massa Bruta ainda conseguiu o gol da vitória, com chute de longe de Cuello.

Classificação do Ypiranga-RS

Quem também garantiu vaga foi o Ypiranga-RS, que, jogando na Arena da Amazônia, empatou em 1 a 1 com o Penarol-AM. Jean Silva fez o gol da equipe do Rio Grande do Sul, enquanto Henrique marcou para o time do Amazonas.

Na próxima fase da Copa do Brasil, o Ypiranga-RS mede forças com o Fortaleza.